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Sexta-feira por aqui é dia de dica e cultura, lembram? A de hoje é de novo sobre “A garota no trem”, livro que eu amei e não me canso de indicar. Vamos dar uma olhada no trecho abaixo! “Estou sentada na poltrona de couro que compramos na Heal’s logo depois que nos casamos – o primeiro móvel que compramos como casal: de couro claro e macio, caro, um luxo. Eu me lembro da minha empolgação quando o caminhão de entrega chegou. Eu me lembro de ter me sentado logo nela,

Oi, gente! Hoje é sexta-feira e é dia de dica por aqui. Vou confessar que esse é um dos posts que eu mais curto montar, sabiam? Porque, além da arquitetura e decoração, envolve todo um preparo com um dos meus hobbies favoritos: a literatura. Dessa vez, a dica de leitura é de um thiller indicado – e emprestado – pela minha irmã: A garota no trem, de Paula Hawkins. Morri de curiosidade e ansiedade para lê-lo desde que a sister me descreveu o enredo. Vamos ver se eu consigo a mesma proeza com

“O que não nos mata…”Começo o post com esse trecho da máxima de Nietzsche: “O que não me mata, me fortalece.” – tão verdadeira e motivadora para certas ocasiões – porque é a tradução literal do título original (em sueco) de “A Garota na Teia de Aranha”. Para quem não sabe, esse é o quarto livro da série Millenium, lançada pelo finado autor Stieg Larsson, que escreveu a primeira trilogia da mesma. David Lagercrantz, contratado pelos herdeiros de Stieg Larsson, é o autor desse novo volume. E posso dizer que,

“Estávamos sentadas no Furr’s, na mesa com bancos de vinil vermelho e sob o pé-direito que é alto demais até para um pé-direito alto, …” Ava Dellaira, Cartas de Amor aos Mortos, pág.56 Para quem não é da área, talvez esse termo seja um tanto obscuro. Pé-direito é o termo usado para definir a medida da “altura” de um ambiente. Mais precisamente, a distância entre o piso e o teto. Já percebeu quanto o pé-direito influencia a percepção de um espaço? Os muito baixos, normalmente causam uma certa opressão, os

“O apartamento tinha exatamente a mesma aparência, com seus móveis atarracados e as paredes lisas; uma torneira pingava no banheiro. Mesmo assim, o ar estava parado demais, as prateleiras nuas. As gavetas da cômoda e os armários estavam vazios.” Kim Edwards, O Guardião de Memórias, pág.112 Prateleiras nuas são sinônimo de casa vazia, não? É impressionante o que esses acessórios decorativos mais do que utilitários falam a respeito de quem mora num lugar. Tem para todos os gostos: longas, curtas, grossas, fininhas, clean, trabalhadas, rasas, profundas, rústicas… E o que

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